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Como o WeBank está revolucionando os serviços financeiros na China

A transformação digital tem sido responsável por uma série de mudanças antes impensáveis em vários setores. No mercado financeiro, não só no Brasil como também em outros países, bancos tradicionais, seguradoras, fintechs e insurtechs inovam e incorporam soluções digitais em suas estratégias.

Um case de sucesso do uso de tecnologia para o setor financeiro é o da fintech WeBank, que utiliza novas ferramentas para transformar a ancestral indústria bancária chinesa. E suas inovações vão muito além do que apenas revolucionar a China!

O primeiro banco chinês digital mostra como a Inteligência Artificial pode melhorar o atendimento ao cliente por meio do uso de robôs virtuais com tecnologias como reconhecimento facial e de fala e processamento de linguagem natural.

Quer conhecer mais sobre esse case e entender de que maneira incorporar a tecnologia com sucesso? Avance na leitura deste post!


#1 Quem é o WeBank?

Lançado em janeiro de 2015 para conceder empréstimos a pequenas e microempresas (PMEs), o WeBank começou sua estratégia explorando um mercado que há muito tempo era pouco atendido pelos credores comerciais. 

A fintech oferece ainda outros serviços como empréstimos para automóveis, seguros e gestão de patrimônio.

Essencialmente, a proposta do banco chinês é democratizar o acesso aos serviços financeiros de tal modo que todo cliente se torna VIP tendo acesso apenas pelo telefone celular.

Com o uso da tecnologia para o mercado financeiro, especialmente da Inteligência Artificial, o banco cria novos modelos de serviços. Até mesmo os pedidos de empréstimo podem ser obtidos em microssegundos.

A tecnologia móvel vem transformando os processos, trazendo revolução e inovação para o setor bancário digital.


#2 O potencial de disrupção do WeBank 

Na prática, o WeBank incorpora as ferramentas disruptivas em várias estratégias. Uma das principais aplicações é no serviço de atendimento ao cliente.

A fintech recebe cerca de cem mil solicitações diariamente. Com o reconhecimento de fala, 98% delas são tratadas por robôs. E o melhor: a iniciativa agrada os correntistas. O WeBank relata que eles ficaram "muito satisfeitos" com essa abordagem, já que os robôs são capazes de atender às suas demandas com sucesso.

Além disso, os robôs coletam dados dos clientes, fazem verificações de crédito, incentivam os usuários a efetuar pagamentos e garantem a conformidade com o KYC (conheça seu cliente). Para otimizar este último processo, as identidades dos clientes são certificadas por meio do reconhecimento facial realizado com o uso dos dispositivos móveis. 


#3 As lições que WeBank dá ao mercado bancário brasileiro 

De acordo com o relatório anual de 2018 do WeBank, o banco possui mais de 100 milhões de clientes ativos, tendo alcançado um lucro de RMB 2,47 bilhões, ou seja, US $ 359 milhões. Trata-se de um aumento de 70,8% ano a ano.

Para alcançar tal desempenho, além de investir em tecnologia de ponta, com destaque para a inteligência artificial, o WeBank lança simultaneamente várias campanhas de marketing, atualizações tecnológicas, interfaces de aplicativos e ofertas de produtos para os clientes.

Com o uso da tecnologia, o banco chinês consegue obter feedback do mercado em tempo real. De tal modo, os lançamentos mal sucedidos de produtos são interrompidos. Já as iniciativas bem aceitas são replicadas para todos os clientes.

Além do banco, o governo também impulsiona o desenvolvimento de tecnologia para o mercado financeiro. Em novembro de 2018, as autoridades de Pequim divulgaram um plano para promover tecnologia, com foco em Inteligência Artificial, Big Data, internet móvel, Internet das Coisas, blockchain, criptografia, tecnologia quântica e biometria.


#4 GR1D Finance: perfeita para digitalização dos negócios 

O fato é que o modelo de negócio do WeBank torna o seu crescimento rápido, escalável e distribuído. A empresa já planeja expansão e lançou um consórcio blockchain na China visando promover ecossistemas de código aberto gratuitos em torno de cadeias de suprimentos, finanças corporativas e imóveis.

Neste sentido, uma das ferramentas que facilita a participação em um ecossistema é o marketplace de APIs da GR1D Finance. As interfaces de aplicação disponíveis são desenvolvidas especialmente para o mercado financeiro, permitindo o ingresso de todos os tipos de empresas neste tipo de ecossistema.

A plataforma oferece as melhores APIs para os negócios financeiros. Desse modo, as pequenas e médias empresas têm acesso a interfaces que facilitam processos como análise de crédito, antecipação de recebíveis, serviço de compra de moedas estrangeiras de forma online e concessão de crédito.

É com o uso de tecnologia para o setor financeiro que a GR1D Finance facilita e dá suporte para a construção de bancos digitais, fintechs e insurtechs


#6 App DinDin 

Para diminuir os custos de transações como DOC ou TED ou, ainda, facilitar qualquer tipo de cobrança, a API DinDin é a solução ideal. Isso porque ele permite que os usuários façam cobranças e pagamentos entre si de maneira fácil, rápida, segura e divertida.

Basicamente, o DinDin se estrutura em uma rede social, que facilita a realização de cobranças e criação de grupos. Além disso, a API pode ser integrada com diversos outros apps que requerem uma solução de pagamento, cobrança ou split.

Quer saber o uso de tecnologia para o mercado financeiro e conhecer outros cases de fintechs disruptivas? Continue lendo o Trends!