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HACKA GR1D On-line: participantes e convidados contam como foi o hackaton

E mais um Hacka GR1D chega ao fim. Assim como o anterior, este também foi on-line, mas destinado à inovação e criação de tecnologia para o setor financeiro

Ao todo foram mais de 200 inscritos, divididos em 14 times, em um hackaton que durou 3 dias inteiros. Dessa vez o evento gerou 87,5% de conversão de projetos, mostrando que os participantes vieram focados na finalização do desafio, independente da dificuldade. 

Os vencedores do hackaton da GR1D foram apresentados numa live, que aconteceu dia 27/08 às 19h. Fora os 3 vencedores, o anúncio ainda contou com a participação dos idealizadores do Hacka GR1D, Fabiana Bergamin e Renato Terzi, um mentor destaque, Felipe de Macedo Soares e uma jurada, Patricia Viviane de Oliveira.

Para saber o que é o Hacka GR1D e entender como foram os eventos anteriores, clique aqui, ou continue a leitura e descubra mais sobre o mais recente hackaton pelo prisma dos campeões e de outros participantes. Confira!

Renato Terzi, CEO da GR1D

É sempre bom chegar nesse momento e ver o resultado do esforço feito tanto por nós, como companhia, para bolar tudo isso, montar estratégias para construir parcerias, quanto pela Shawee, que organizou todo o evento e por cada um dos participantes que se dedicou, que correu atrás. E os mentores, os jurados, todo mundo participando e todo mundo envolvido pra poder chegar nesses projetos. A disputa foi difícil, e tenho certeza de que sempre haverá oportunidades para todo mundo. O mais legal é ver o resultado de todo esse esforço.

Fabiana Bergamin, diretora de novos negócios da GR1D

É sempre muito bom, porque os hackatons são parte do DNA do que é a GR1D. A gente acredita de verdade, mostra isso para o mercado, que a gente acredita nessa inovação aberta, que juntos a gente cria coisas melhores, maiores e mais incríveis que podem ser utilizadas por todo mercado. E um dos grandes aprendizados é que, apesar de a gente já ter feito alguns hackatons e já ter participado de algumas edições do MEGA HACK, é sempre diferente. A cada edição a gente tem sempre alguma coisa, um novo aprendizado, e isso é muito válido, é sempre muito rico.  

Felipe de Macedo Soares, CEO da Capital Invest e mentor

O evento foi sensacional, a ideia toda é muito legal. A GR1D está na vanguarda desse cenário nacional e mundial, e quem tem a oportunidade de participar disso está participando da vanguarda.  

Patricia Viviane de Oliveira, head of New Business, Innovation and Strategic Partners da Grupo Travelex Confidence e jurada

A gente sabe que sem inovação, sem ideias novas, o mundo não roda, a gente continua no mais do mesmo. O hackaton é uma maneira de desafiar. Achei interessantíssimo, comecei a ler todos os pitches e assisti a tudo vendo alguns detalhes e, de repente, vi um time super jovem. Eu com tantos anos de experiência no mercado e eles me desafiando. 

Fabiana Bergamin, sobre participar como jurada 

Nos hackatons eu sempre atuei como mentora, então esse foi difícil, porque eu queria me envolver mais, mas como eu era jurada, eu não podia. Eu tive que ter parcimônia, eu não podia me envolver diretamente porque eu ia avaliar os projetos. 

O que eu mais gostei de tudo foi a ousadia, a gente não tem medo não. A gente tá aqui para começar algo novo. O Open Banking veio para mudar o mercado, é o começo de uma ruptura, uma série de entregas que vão ser feitas e que vão mudar bastante. Então é legal a gente ver que as pessoas abraçaram e falaram: “Vou fazer parte dessa mudança e vou começar do meu jeito”.   

Aquele nosso sonho de ver entregas diferentes de aplicativos aconteceu. Teve gente que falou: “Meu trabalho aqui é construir uma API”, e foi isso que eles fizeram. Só de você se desafiar a fazer uma coisa diferente do que está acostumado já vale muito. Essa edição foi muito bacana de ver esse movimento. [O hackaton] nunca é uma zona de conforto[...], mas querendo ou não já existe meio que um formato, e dessa vez a galera comprou essa ideia [de fazer diferente], e isso é bem legal.

Gilberto, vencedor 

Foi muito bacana, foi corrido e as lives ajudaram muito. Eu conheci um novo mercado e isso fez uma grande diferença, foi muito bacana.

Este é meu oitavo hackaton, e a gente sempre olha para o projeto anterior e fala: “A gente poderia melhorar tal coisa”. Por mais que os temas sejam diferentes, sempre estar ligado aos prazos, estar ligado às lives, acompanhar todo o material que vocês disponibilizam é muito importante para o pessoal se organizar para conseguir, num curto intervalo de tempo, entregar tudo o que a gente tem que entregar. Essa organização é muito importante para o time. 

Liggia Lima, 2º lugar 

[Meu time] se conheceu há alguns hackas, já estávamos com o time formado, e foi muito legal. Achei muito divertida a proposta da GR1D de trabalhar com APIs também. Eu comecei nessa maratona de hackatons durante a pandemia, já tinha participado de outros, mas está bem legal, o time está bem entrosado, acabamos virando amigos.

No meu time a gente tem eu e o André, a gente investe, mas nada mesmo focado no mercado financeiro. Quem ajudou a gente realmente foi o mentor Felipe, ele deu uma visão muito boa sobre a parte do mercado financeiro e a gente conseguiu absorver.

É muito legal fazer parte da comunidade feminina e representar o TOP 3, porque por muito tempo eu não conseguia ver mulheres no local que eu estou hoje. Não conseguia ver mulheres que serviam de inspiração, e hoje já vejo muitas que me inspiram e por isso eu estou aqui. E eu acho que o pulo do gato é realmente a organização, é saber separar certinho a equipe, é ter um documento para anotar o que os mentores estão falando, organizar a entrega do PDF. 

Essa ideia eu tive com outra equipe e eu percebi que eu precisava melhorar bastante. Ou seja, o grupo estar com a mesma ideia, o mesmo caminho, é essencial. A organização é o principal.   

Ana Daniela Feula, 3º lugar 

A gente tinha uma ideia no início do hackaton, e a gente teve uma mentoria com o Felipe, ele ajudou muito. No fim a gente acabou mudando o segmento e deu tudo certo. 

Sobre sua participação, Ana ainda completa: “É muito bom, eu estou muito feliz!”.

Fabiana Bergamin, sobre os resultados

As diferenças de pontuação foram grandes, sempre tem bastante discussão no grupo, mas a gente conseguiu entrar num consenso, pra gente entender quem eram os TOP 3, nosso projetos favoritos. Não que todos os outros não tenham potencial, todas as ideias eram totalmente aplicáveis ao mercado e tiveram seu valor.

Fabi ainda acrescenta sobre seu papel como jurada: “A gente deixou sugestões pra todo mundo, com nosso olhar, de como a gente entende que cada projeto poderia ter um direcionamento um pouquinho diferente, ou dicas até de como aprimorar para seguir em frente”.

E Renato Terzi finaliza

Vou parabenizar todo mundo aí pelo trabalho, pelo esforço e pelas entregas. A onda do Open Banking está só começando e daqui alguns anos vocês vão poder olhar pra trás e falar “A gente começou esse negócio!”. Ainda tem muito a fazer, é uma enorme oportunidade de democratização de acesso aos produtos e serviços e de aumento de competitividade, e vocês começaram isso, vocês são a fagulha desse negócio no Brasil.

Para mais inovação e tecnologia para o setor financeiro, confira os Trends da GR1D!